“... Sob a Tua Palavra lançarei as redes" (Lc 5.5b)


'O Teu caminho, ó Deus, é de santidade.

Que Deus é tão grande como o nosso Deus?

Tu és o Deus que opera maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder" (Sl 77.13-14)


terça-feira, 30 de outubro de 2012

'Renovando as forças rumo a um novo destino!'

Amplia minha fronteira, Senhor! 
Aprendendo com o bicho-preguiça (Bradypus variegatus)
Texto Bíblico: Oração de Jabez, atendida por Deus: “Oh! Tomara que me abençoes e me alargues as fronteiras, que seja comigo a Tua mão e me preserves do mal, de modo que não me sobrevenha aflição” (1 Crônicas 4.10)
           
O bicho-preguiça, mamífero de pêlos longos, evita se mexer, adaptou-se a uma vida de lentidão em tudo: movimentos, respiração e até sua digestão. 
Alimenta-se de folhas, flores, brotos e frutos. Seletivos quanto à fonte de alimento mostram preferência pelo fruto macio e doce da embaúba (Cecropia), árvore de zona tropical, freqüente na região Amazônica. Também é conhecida como "árvore-da-preguiça", por abrigar estes bichos nos seus galhos.
Raramente descem ao solo, a não ser para fazer suas necessidades fisiológicas, uma vez por semana. Quando esfria, entra num processo de letargia similar a hibernação.
Nadam relativamente bem, porém, apresentam dificuldades de se movimentarem no solo. Penduram-se nas árvores pelas suas longas garras e são capazes de girar a cabeça de modo a enxergar o que acontece em suas costas, sem movimentar o corpo. Nenhum perigo ou predador tiram sua sonolência.
Deficientes na visão e na audição, orientam-se pelo olfato. O cérebro, do tamanho de uma azeitona, é um dos menores, considerando a proporção cérebro e corpo.

O bicho-preguiça não tem culpa de ser assim. Estas características são inerentes à sua espécie. Entretanto, quantos homens não vivem, por decisão pessoal, de modo indiferente como o bicho-preguiça? 
Adaptaram-se a um estilo de vida sedentário, individualista. 
Não se relacionam, não aceitam novos desafios, expõem-se a predadores.
"Vencer a preguiça é essencial para sermos donos do nosso destino" (T. Atkinson)

Há quem se torne apático por medo de sofrer. Um provérbio popular diz: “Quem não quer sofrer, nasce morto”. Muitos perambulam, com nome de vivo, mas estão mortos por dentro. Segundo o Rev. Magno V. Paterline: - “Morreram e esqueceram-se de cair”.

Entretanto, não foi para este estilo de vida que fomos criados. 
Certa jovem, visitando uma exposição de múmias, tomou a decisão de não se abater pela preguiça. Tudo de bom e digno que viesse à sua mão, dentro de suas possibilidades, faria. Deixaria o descanso para a eternidade. 
Aqui na terra, usaria os recursos que Deus lhe deu para produzir, lutar, enfrentar desafios sem desistir e vencer o seu próprio medo e timidez:
"O covarde nunca tenta, o fracassado nunca termina e 
o vencedor nunca desiste" (Norman V. Peale),

O poema “Ilusões da vida”, de Francisco Otaviano, diz: “Quem passou pela vida em branca nuvem, e em plácido repouso adormeceu; quem não sentiu o frio da desgraça, quem passou pela vida e não sofreu, foi espectro de homem – não foi homem, só passou pela vida – não viveu”. 
Passar pela vida em brancas nuvens é o retrato de quem não se arrisca, de covarde que não enfrenta. 
Deus nos fez ousados e quer ampliar nossas fronteiras. Isto exige ação, exige que saiamos da zona de conforto. 
Como assim? Lutar pelo nosso casamento, pelos nossos relacionamentos (perdoar e pedir perdão), assumir ministérios na igreja, especializar-se, fazer uma faculdade, prestar concursos, ir à luta!

Pode gerar sofrimento, mas resultam em frutos, realizações, no gosto da vitória. 
A escola da adversidade nos ensina, nos habilita. 
As tempestades fortalecem nossas pernas e podem ser o instrumento de Deus para mudar o rumo do nosso barco e ampliar nossas fronteiras.
'Com tua mão segura, bem a minha
E pelo mundo, alegre seguirei

Mesmo onde as sombras caem mais escuras

Teu rosto vendo, nada temerei' (J. Neto)

Para Refletir: Você tem se afundado na covardia? Tem resistido a novos projetos? Tem se conformado com uma vidinha sem desafios, sem novidades? 
          Hoje é o tempo da oportunidade de enfrentar, de assumir as rédeas do seu destino, de construir um novo legado, sob a orientação de Deus:


Oração: “Senhor, amplia a minha fronteira, minha visão. Dê-me força, direção, sabedoria para cumprir projetos inovadores e audaciosos. Segura minha mão, óh meu Deus e, então, nada temerei. Em nome de Jesus, amém”.
"Porque Eu, o Senhor, teu Deus, te tomo 
pela tua mão direita e te digo: 
Não temas, que eu te ajudo" (Isaías 40.13)



Não estamos sós! Nossas mãos estão envolvidas pelas mãos do Deus Eterno! ALELUIA!




2 comentários:

Fruto do Espírito disse...

A Paz de Cristo, irmão

Parabéns pela totalidade de sua postagem.

Acessar seu espaço me fez muito bem!
Louvo a Deus pela sua vida!

Deixo uma lembrancinha que fiz, espero que goste do acróstico:

C ultivar uma vida de oração.
R evigorar-se pela leitura diária da Palavra.
E star sempre disposto a obedecer a Deus.
S er uma testemunha fiel no viver e no falar.
C onsagrar a Deus seu corpo, tempo e talentos.
E sperar de Deus a orientação para a vida.
R evestir-se do poder do Espírito Santo.

Precisamos CRESCER, na Graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

A propósito, caso ainda não esteja seguindo o meu blog deixo o convite.

Em Cristo,

***Lucy***

P.S. Visite também o blog do irmão J.C. - Temas bíblicos e mensagens abençoadoras:
http://discipulodecristo7.blogspot.com/

Andréia Santarosa disse...

Oi Regina! O blog está de ‘roupa nova’, gostei!
Excelente texto para reflexão. Se a morte é uma certeza, anular a vida é uma tolice. O hoje, na verdade, é tudo o que temos para o dia.
Colha um bom dia!
“Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E também há diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há adversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em nós. A manifestação do Espírito é concedida a cada um visando a um fim proveitoso”... “Entretanto procurai com zelo os melhores dons”. (I Coríntios 12:4-7 e 31)
Beijos, Andréia.