“... Sob a Tua Palavra lançarei as redes" (Lc 5.5b)


'O Teu caminho, ó Deus, é de santidade.

Que Deus é tão grande como o nosso Deus?

Tu és o Deus que opera maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder" (Sl 77.13-14)


sábado, 29 de setembro de 2012

"Quando a escuridão nos envolve..."

Parte do nosso livro: 
"Aprendendo com os bichos: Vivendo e convivendo"

Em busca da luz - Aprendendo com os insetos.

Texto Bíblico: Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos”
      
Os insetos são atraídos intuitivamente para luz em busca de orientação, da liberdade e do alimento que precisam para viver.²

        Como é terrível a escuridão! Anos atrás, eu estava com minha filha Deborah viajando de carro, numa estrada em manutenção. Já era noite e caía um forte temporal. A pista apresentava-se sem marcas, com desvios incertos. Em alguns pontos, alagamentos. A única coisa que enxergávamos era a luz difusa de muitos caminhões, nos dois sentidos, na nossa frente e atrás de nós. Com dificuldade, entramos na primeira cidade que avistamos. Recolhidas num hotel, agradecemos a Deus pelo livramento. Pela manhã, saímos tranqüilas. A chuva persistia, mas a luz indicava o caminho.    

As trevas têm trazido desastre para muitos. Deus é a luz da vida. A Sua ausência gera angústia, medo, falta de expectativa, falta de visão, tal como a escuridão.
Os discípulos de Jesus, ao final de um dia cansativo, desceram para o mar, tomaram um barco e rumaram para Cafarnaum: “...já se fazia escuro e Jesus ainda não viera ter com eles”. O mar agitava-se por um vento contrário. O medo intensificou-se quando viram um vulto andando por sobre o mar e aproximando-se do barco. 
Jesus, porém, os confortou dizendo: - “Sou eu. Não temais!”

Assim é com a nossa vida. Deus não nos prometeu bonança permanente. Há momentos de escuridão, de lutas. A tempestade vem para todos, mas somente os filhos de Deus passarão por ela com o coração fortalecido.
Quando se faz escuro, podemos nos lembrar que Jesus está vindo ao nosso encontro como Senhor da nossa história. Jesus, luz enviada por Deus para tirar o mundo das trevas: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas; pelo contrário, terá a luz da vida”.4
Esse é o Deus que seguimos, Deus de amor, que vem ao nosso encontro, Deus que visita o Seu povo. Quando O recebemos, Ele muda a nossa sorte.

O mundo oferece muitas opções de luzes enganosas que acenam e, falsamente, prometem liberdade, mas que no final afastam o homem do propósito e da glória de Deus. Muitos, como os insetos, morrem se debatendo.
Muitas vezes, pela nossa limitação e visão embaçada, não enxergamos o livramento do Senhor. Louvado seja Deus que nos deixou a Sua Palavra, luz para não tropeçarmos nos obstáculos, lâmpada que indica o caminho.

Decore, assimile as promessas de Deus. Busque a Ele, em espírito e em verdade. Deus se deixa achar e reflete em nós a Sua luz, para que atuemos como luz do mundo: “Mas a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”.5

Para Refletir:
Você tem andado ao léu, sem esperança? 
Parece que não há luz no fundo do túnel?
A quem você tem buscado? Que voz tem escutado? 
Tem aquietado o coração, consciente da providência de Deus? 
Tem buscado orientação na Palavra de Deus?
Por intermédio da Sua Palavra, Deus aponta a direção, traz sentido, esperança à nossa jornada. 
Ouvimos Jesus nos confortando e dizendo: “Sou eu. Não temais!”.  

Oração: “Senhor, obrigado por ter me resgatado das trevas para a Sua maravilhosa Luz. Preciso da Sua presença na minha vida. Ilumina o meu caminho e me dá a Sua direção. Em nome de Jesus, que nos capacita a receber e a refletir a Sua luz. Amém!”.

“Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do Senhor”.6


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

'E agora, o que é que eu vou fazer?'

'E agora, o que é que eu vou fazer?'

     José tinha 16 anos quando foi enviado pelo seu pai Jacó para Siquém, onde seus irmãos cuidavam de suas ovelhas e cabras, a fim de verificar como eles estavam e trazer notícias (Gênesis 37).
     José era o preferido do seu pai e, por isso, odiado pelos seus irmãos que, ao vê-lo, arquitetam planos pra matá-lo.
     Rúben, seu irmão mais velho, tenta impedí-los e sugere que eles deixem José num poço vazio e seco do deserto, mas que não o matem. Seu plano era resgatá-lo, em seguida.
     Entretanto, quando Rúben volta ao poço José não está mais lá.  Fora vendido como escravo pelos seus irmãos e levado para o Egito.
     Rúben fica desesperado e diz: 'O rapaz não está mais lá! E agora o que é que eu vou fazer?' (Gn 37.30 - NTLH)

     Rúben sabia o que fazer. Sabia para onde José tinha sido levado como escravo. Poderia resgatá-lo. Porém, Rúben se omitiu.
     Um pecado pode levar a outro pecado, uma mentira a outra mentira, um abismo  a outro abismo.
     Refletindo...
     Será que como Rúben temos nos omitido, sido coniventes, varrido pra debaixo do tapete confrontos e deixado que a injustiça e o pecado imperem?
     Será que temos deixado o medo, a vontade de agradar o outro, o comodismo prevalecerem sobre o nosso compromisso de lutar pela honra, pela verdade?

     Quando erramos ou aconselhamos alguém precisamos ter coragem para não satisfazermos o desejo do coração de buscar o caminho mais fácil; ousadia para enfrentarmos a verdade e reagirmos, mesmo com perdas e oposições. 
     Que o nosso anseio maior seja agradar a Deus e não a homens.

     Rúben não teve coragem de enfrentar seus irmãos e nem disposição em buscar José no Egito. Rúben sabia onde encontrar José e não o fez. Aceitou mentir para o seu pai, declarando José morto por um animal selvagem. Acovardou-se, varreu sua responsabilidade pra debaixo do tapete.

     Esta história faz-nos lembrar da ousadia de Abigail que enfrentou Davi e todo o seu exército pra proteger seu povo.
     Faz com que admiremos a humildade de Davi. Ao ser confrontado por Abigail, reconsidera o seu projeto de exterminar o povo de Nabal.


    Eu aprendo que, como diz o dito popular, 'um erro não justifica outro erro'. Aprendo que pecados acontecem em nossas vidas e que a nossa reação a eles é um indicador de quem somos; do que é feita a nossa estirpe, a textura do nosso caráter. Revela ainda a consistência da nossa fé.

      Tem algum sentimento, pecado, atitude do seu passado que você tem ocultado e a mera lembrança faz você corar de vergonha? Algo que você não tem tido coragem pra enfrentar e tem ofuscado sua alegria?
     Será que hoje não pode ser o grande dia da sua vida de resolver esta pendência, passar uma régua e começar de 'cara limpa' um novo capítulo, sem mácula?

     'Pequei, e agora o que é que vou fazer?'
    Posso me omitir, tocar pra frente sem considerar o que fiz e o tanto que posso ter prejudicado meu próximo. Entretanto, tenho que ter consciência de que um dia terei que prestar contas, com juros e correção que pesarão no meu emocional e respingarão nos que convivem comigo.

     Vamos confessar: sabemos sim o que fazer!
     Demonstrar coragem e dignidade ao arrepender-me sinceramente diante de Deus e dos homens, pedir perdão e, no que depender de mim, corrigir o erro.

     Se, no entanto, eu não conseguir mudar meu procedimento sozinho por me sentir frágil, incapaz, devo pedir ajuda para um irmão comprometido com Deus.
     Quando fazemos isto, somos curados!
"Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros e orai uns pelos outros, para serdes curados. Muito pode, por sua eficiência, a súplica do justo" (Tg 5.16) 

     Entretanto, peçamos a Deus discernimento pra reconhecermos homens e mulheres santos, obedientes a Ele, confiáveis. Peçamos ainda que Deus nos conceda maturidade para que, no futuro, possamos também orar como justos, pelos outros.
     Que possamos crescer a cada dia, deixando a mamadeira, as coisas antigas de menino e avançarmos, fortalecidos no Senhor, como canais de benção na vida de muitos. 
       Que o Deus Altíssimo, cheio de misericórdia nos ensine e nos capacite a cumprirmos nossa missão. A praticarmos a tolerância com o pecador, mas jamais a conivência com o pecado.
A DEUS, TODA NOSSA GLÓRIA E
RECONHECIMENTO POR TÃO GRANDE AMOR!

Sugiro a leitura de:
http://destilardosfavos.blogspot.com/2011/09/tolerante-sim-conivente-nao.html

domingo, 23 de setembro de 2012

'Escola Bíblica Dominical'

Vamos à Escola Bíblica Dominical e entenderemos:
 ‘Quem é este que até aos ventos e
às ondas repreende, e lhe obedecem? (Lc 8.25)
Quinze dias de vida: minha mãe, Luiza, me levou pela primeira vez na Igreja Batista de Ribeirão Preto (SP) e me matriculou na Escola Bíblica Dominical (EBD).
De lá pra cá uma longa caminhada, um aprendizado extraordinário e inesgotável com a Palavra de Deus, com a história do povo de Israel, profecias, projeto de Deus para minha e sua vida.

Em julho do 2010, Deus nos deu a inesquecível oportunidade de conhecermos um pouquinho do Egito e de Israel. Então nos deparamos com desertos, caminhos íngremes, pedregosos, sem vegetações. 
Vimos, ao vivo e a cores, locais, cidades, montes já tão familiares, velhos conhecidos desde minha tenra infância. Locais onde habitaram os grandes heróis da minha vida.
Locais áridos, calorentos. Pensamos em Jesus percorrendo as estradas seguido por multidões ou pequenos grupos querendo extrair d’Ele a benção da Sua Palavra; exigindo a Sua atenção, Seus milagres.
A emoção de pensar na dimensão imensurável do amor, da paciência, da misericórdia de Jesus enchia o nosso coração de gratidão, de ternura. Jesus Cristo, Jesus Cristo, Jesus Cristo... impossível demonstrar a gratidão por tudo que fez e tem feito por nós.

Aventurei-me a parafrasear o texto ‘Cristo: o Incomparável!’, escrito por John Edmund Haggai:

Quem é Este que até aos ventos e às ondas repreende, e lhe obedecem? (Lc 8.25): perguntavam os discípulos possuídos de temor e admiração!

Quem é este? Para todo aquele que n’Ele crê (Rm 10.9), Ele é:
O autor e sustentador da vida (Gn 1),
A fonte e o fluir da água que sacia o sedento (Is 44.3),
O sustento, a fartura para o faminto (Jo 6.35),
O refrigério para o fatigado (Sl 23.3),
O alívio para o sobrecarregado (Mt 11.28-29),
A saúde, a cura para o enfermo (Jr 33.6),
A harmonia, o compasso e a emoção para a música (1 Cro 16.27).
O próprio louvor (Dt 10.21),
A pedra fundamental, O alicerce (Ef 2.20),
O Cabeça, a direção (Ef 1.22).

Os memoriais de bênçãos, para o tempo passado (Ml 3.16),
A esperança que gera realizações, no tempo presente (Sl 107.37-38),
Os legados que surpreenderão o tempo futuro (Sl 126.6),

O renovo das misericórdias do Pai na alvorada de cada dia (Lm 3.22-23).
As boas palavras que pululam de alegria na lavra do escritor (Sl 45.1),
A rima, o fulgor, o significado para o poeta (Sl 71.8),
A chuva, o broto, o renovo para a terra (Is 61.11),
A rocha que firma os passos do que vacila (Sl 4.1; 40.2),
O ar que respiro, a paz (Ef 2.14), a alegria, o amor, a resposta.

Ele é O extraordinário, a razão do meu mover, do meu existir (At 17.28),
Ele é tudo pra mim, Deus Emanuel, Deus Presente (Is 7.14).
Deus que ouve, Deus que vê, Deus que participa e constrói minha história (Is 55.6),

Ele é O Cristo, O perdão que tanto necessito (1 Jo 1.9)
O véu rompido (Mt 27.51), O Único caminho que me leva ao Pai (Jo 14.6)
O Alfa e o Ômega, o Primeiro e o Último, o Princípio e o Fim (Ap 22.13).

A ELE E, SOMENTE A ELE, TODA GLÓRIA E TODA A NOSSA ADORAÇÃO!!!
Soli Deo Gloria!!!

sábado, 22 de setembro de 2012

Experiência pessoal: 'Experimentando a paz de Deus... nas decisões, na entrega e nas lutas!'

Experimentando a paz de Deus!

“Oh! Provai e vede que o Senhor é bom;
bem aventurado o homem que nele se refugia” (Sl 34.8).
            Você já experimentou a paz de Deus diante de uma decisão, de um conflito, de ameaças? Gostaria de contar três episódios que fizeram tremenda  diferença em minha vida.
Paz que indica o caminho certo e nos afasta de atalhos. Paz quando entregamos nossa vida totalmente nas mãos de Deus e recebemos Jesus Cristo como Salvador pessoal. Paz da certeza de que Deus está no controle de tudo e podemos nos abrigar em Seus braços.

1.  Experimentando a paz de Deus nas decisões!


“Bem sei que tudo podes, 
e nenhum dos Teus planos pode ser frustrado” (Jó 42.2).

 “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração...” (Cl 3.15)
            Neste episódio aprendi que também devo atentar para a falta desta paz. Estava finalizando o meu doutorado quando fui contratada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Estava feliz nesta universidade, com a igreja que participava, com a cidade e, especialmente, com os muitos amigos que fizera em Maringá (PR). O meu projeto era ficar lá pra sempre até que, minha mãe foi ao médico, e ele disse que ela teria, no máximo, seis meses de vida (graças a Deus, ele errou; minha mãe viveu mais 20 anos depois disso).

            Mas este prognóstico, de certa forma, mudou minha vida, pois fez com que eu me movesse pra voltar para o estado de São Paulo onde moravam minhas irmãs que poderiam me ajudar a cuidar de nossa mãe.

            Prestei concurso e fui aprovada, pela graça de Deus, em duas unidades da UNESP (Rio Claro e Jaboticabal). Querendo fazer a vontade de Deus, orei muito, jejuei. Todos (meu orientador de doutorado, familiares) queriam que eu fosse para Rio Claro. E, em submissão, estive nesta cidade para assinar o contrato. A moça dos Recursos Humanos, que estava com o meu processo, tinha faltado naquele dia e eu não pude assiná-lo. Em todo o tempo que estive em Rio Claro, senti uma angústia, uma imensa inquietude. No meu retorno pra casa, não tinha dúvidas. Iria pra Jaboticabal. Sei que, naquele momento, contrariei pessoas que eu amava, porém “... Antes, importa obedecer a Deus do que aos homens” (At 5.29). Sou grata a minha mãe que, apesar do desejo do seu coração, apoiou incondicionalmente a minha decisão.

Em nenhum instante da minha vida acadêmica ou pessoal me arrependi da decisão que tomei, muito pelo contrário. Acontecimentos, informações que obtive desde então, mostraram que esta decisão não poderia ter sido mais acertada. Sou grata a Deus porque quando queremos fazer a vontade d’Ele, Ele não se omite, Ele responde com a Sua paz ou com a falta dela quando nos desviamos do Seu propósito. Deus presente, Deus que age, Deus que zela por nós a todo instante.



2. Experimentando a paz de Deus na entrega!
Nasci num lar evangélico e lembro-me, como se fosse agora, do momento mais importante e sublime que vivi na minha vida. 
Eu tinha cerca de 6 a 8 anos (não me lembro a data exata). Num culto de domingo à noite atendi ao apelo e entreguei minha vida inteirinha nas mãos de Deus Pai. Nesta noite recebi a Jesus Cristo como Salvador e Senhor da minha vida e fiz uma aliança eterna com Ele.
Lembro-me que uma paz imensa me invadiu. Na volta pra casa minha família foi caminhando e conversando. Eu, uma falante contumaz quando estava com minhas irmãs e mãe (rsrsrs), fui calada e  voando... Você já voou alguma vez? Eu tenho certeza de que, pelo menos planando, eu estava... :)
 
                                  
       Foto à esquerda: Meus pais, irmãs e eu (a do centro, embaixo rsrs) idade da minha conversão
       Foto à direita: Maria Luiza (irmã), eu, Ligia (prima) e Carmen Silvia (irmã)
3. Experimentando a paz de Deus nas lutas!
 “Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração...” (Cl 3.15)

        Certa noite cheguei em casa do trabalho e encontrei meu filho ardendo em febre. Meu marido tinha um estudo bíblico marcado e lá fui eu, sozinha, ao médico, com as duas crianças a tiracolo. Lá chegando, o médico chamou um cardiologista e disse que o problema era sério e uma enfermeira, totalmente inexperiente, tirou sangue do meu filho, após várias tentativas. Fui ficando em ebulição, tensa, brava, zangada com o mundo.
  Finalmente consegui falar com meu marido e ele ficou no hospital com o Leandro (aguardando o resultado do teste de alergia a penicilina) enquanto eu ia pra casa colocar a Deborah pra dormir.

  Em casa, em parafuso, liguei pra minha irmã Carmen Silvia e, em prantos, pedi que estivesse orando. Fui para cozinha colocar o leite pra ferver quando me senti envolvida por uma paz infinda, inexplicável. Parecia um manto de quietude, abrigo. Senti-me tratada por Deus, diretamente. Sem refletir, comecei a cantar em voz alta um cântico da minha infância: “Oh que paz Jesus me dá, paz que outrora não senti, cada vez sou mais feliz desde que O conheci”. 
Logo em seguida minha irmã ligou e disse que tinha orado pra Deus me dar muita paz. Eu respondi: - Ele já respondeu sua oração! Então, contei o que tinha acontecido.

Leomam e Leandro chegaram. Leandro bem (graças a Deus, não tinha e não tem nenhum problema no coração), sem febre. Demos mamadeira e o colocamos pra dormir. Sentados na cozinha, respirando fundo, compartilhamos a respeito de como é bom conhecer a Deus e a Sua paz. Deus presente, que traz ao nosso coração a certeza de que não estamos sós.

    E o senhor que o Leomam tinha ido evangelizar? Pessoa questionadora, turbulenta, converteu-se ao Deus vivo e verdadeiro e testemunhava da sua transformação, da paz que agora desfrutava, para os seus ex-colegas de buteco. ALELUIA!

“Mas agora, assim diz o Senhor, 
que te criou, ó Jacó, e que te formou, ó Israel:
Não temas, porque eu te remi; chamei-te pelo teu nome, tu és meu.
Quando passares pelas águas, eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador...” (Is 43.1-3)



“O SENHOR dá força ao seu povo;
o SENHOR abençoa com paz ao Seu povo” (Sl 29.11).

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

'Como saber a vontade de Deus para minha vida?'

      Hoje, meditando sobre o retorno de Jacó à terra de seus pais (Gn 31) li um comentário na Bíblia (Edições Vida Nova) que edificou meu coração e gostaria de compartilhar.

     O comentarista diz que este é um excelente exemplo de orientação do Senhor:
1. 'Desejo e saudade' (Gn 30.25).
2. 'As circunstâncias convergem no sentido da providência. Labão e os filhos criaram as circunstâncias propícias para que Jacó se sentisse pressionado a ir embora' (31.1-3)
3. 'A mensagem divina. Jacó, entretanto, só encetou a viagem quando o Senhor Jeová o mandara' (31.3)

Você está desejando mudanças na sua vida? 
Seja um namoro, um casamento, uma mudança de cidade ou de profissão?

    Confirme a orientação de Deus baseando-se nestas 3 indicações: desejo, circunstâncias e a Palavra de Deus.
    Mantenha-se em sintonia com Deus. Ore, clame e peça que a Sua vontade seja soberana em sua vida:
'Senhor... endireita diante de mim 
o teu caminho' (Sl 5.8)

    A Palavra de Deus diz que a paz no coração deve ser o juiz de nossas decisões (Cl 3.15). 
    Sugiro que leia o que experimentei, neste sentido, anos atrás em 'Experimentando a paz de Deus nas decisões': 
 http://destilardosfavos.blogspot.com.br/p/experimentando-oh-provai-e-vede-que-o.html
    Além disso, Deus nos fala por meio de Sua Palavra e também por meio de seus profetas. 

    Se você, assim como eu, está passando por possibilidades de mudanças vamos orar juntos e atentarmos para estes sinais: desejo, circunstâncias e a voz do nosso amado Pai.  
    
    Deus que não nos abandona e nos direcionará para que nossas vidas cumpram o Seu projeto seja pelo desejo e paz no nosso coração, por meio das circunstâncias, como também, por meio de Sua preciosa Palavra.


    Que a paz de Deus inunde nosso coração e 
que a Sua vontade (boa, perfeita e agradável) prevaleça em nosso viver!

terça-feira, 18 de setembro de 2012

'Edificando uma grande obra!'

"Edificando uma grande obra!
       Neemias (por volta de 400 a.C) desfrutava de uma vida confortável. Era copeiro do Rei Artaxerxes, na cidade de Susã, na Babilônia. Entretanto, Neemias era um homem que se importava.
Neemias orava, jejuava, lamentava a miséria e a vergonha de pessoas desconhecidas, que viviam distantes (1.600 km), em Jerusalém, mas que pertenciam ao seu povo, povo de Deus.
       Com o aval e ajuda do rei, Neemias viaja até Jerusalém onde anima o povo a fortalecer suas mãos, a se ajudarem mutuamente para a reedificação das muralhas. Teriam êxito porque a boa mão de Deus estava com eles. 
       Podiam se alegrar no Senhor e desta alegria viria a força que precisavam para concretização desta grandiosa obra (Ne 8.10).

O trabalho é intenso e a obra prospera, já não há brechas em suas muralhas. Entretanto, os inimigos tentam intimidá-lo, desviá-lo do projeto. Sambalate e Gesém pedem que Neemias vá ao seu encontro. 
       Neemias se posiciona com firmeza. Envia mensagem informando que não pararia a obra para encontrá-los e que o que fazia não era uma obra qualquer e sim uma grande obra (Nee 6.3).

       O que Neemias nos ensina?
1. Queremos edificar uma grande obra? Vamos investir nossos esforços. Vamos marchar!
“Por que clamas a mim?
Dize aos filhos de Israel que marchem" (Ex 14.15)
Etimologicamente (do latim) a palavra negócio significa negação do ócio, da preguiça.
       Neemias abandonou sua tranqüilidade e se dispôs a perigos, contrariedades, ameaças para que as muralhas de Jerusalém fossem erguidas. Neemias construiu uma nova história, deixou um legado reconhecido até hoje.

       Golda Meir (1898 – 1978) foi uma fundadora do Estado de Israel. Durante a Guerra do Yom Kippur, contra o Egito e a Síria, sua firmeza foi decisória. De origem humilde não titubeou, aceitando enfrentar muitos desafios em prol de Israel. Em 1969, com 71 anos tornou-se primeira-ministra de Israel. Não consentia decisões que pudessem prejudicar o seu país, mesmo vindo da ONU e, nem atentados terroristas.

Charlie Jones disse: “Muita gente espera que seu barco chegue, embora não o enviaram para lado nenhum”.

Não há idade, aposentadoria, comodidade ou coadjuvante no serviço do Senhor. Só há protagonistas, guerreiros, pessoas que vestem a camisa, que marcham.

2. Queremos edificar uma grande obra? Vamos trabalhar, perseverar mesmo diante de oposições!

       George Bernard Shaw (1856 – 1950), de origem pobre, tornou-se escritor e, durante mais de dez de anos, tudo que escrevia (livros, artigos) era recusado pelos editores londrinos. Finalmente, foi reconhecido ao ponto de ganhar o Prêmio Nobel de Literatura, em 1925. Honraria concedida ao produtor do mais magnífico trabalho literário.
Muitas vezes, em nossa vida, inimigos se interpõem querendo atrapalhar nossos objetivos.
Vamos fechar as brechas, com disposição e fé em Deus, para que os adversários não nos confundam ou desanimem.

3. Queremos edificar uma grande obra? Vamos reagir, perseverando sempre sob a orientação de Deus!

       Conta-se que um cocheiro, no início do século passado, ficou muito emocionado ao ver um grande escritor entrar na sua carruagem. Começou a ir bem depressa. O escritor perguntou: - “Ei, você sabe pra onde está indo?” O cocheiro respondeu: - “Não sei, mas estou indo ligeiro”.

       Neemias queria reconstruir os muros de Jerusalém para trazer esperança, proteção e identidade para o seu povo.
Golda Meir almejava que Israel, sua nação, se desenvolvesse e fosse respeitada por todo mundo.
Shaw queria usar o seu talento de escritor para fazer diferença num mundo conturbado por diferenças sociais.

 E nós? Quais têm sido nossos objetivos? Para onde estamos indo?

Conta-se que um bezerro perdido saiu a procura de pasto. Atravessou caminhos, curvas, formou uma trilha que foi utilizada por muitos animais e que, finalmente, tornou-se uma estrada. Muitos não entendiam o motivo de tantas curvas que triplicava a distância até um povoado vizinho. Entretanto, todos, anos após anos, seguiam a trilha de um bezerro perdido.

       Você gosta da pessoa em que você se tornou?
Tem se adaptado a situações caóticas, medíocres como se fossem irreversíveis e nada tem feito para mudá-las?
A gente pode piorar? O duro é que pode!
Ouvi um testemunho de uma filha dizendo: - “Minha mãe não era assim! Era tão risonha e agora está triste, resmungona! Era tão cheia de esperança e agora anda tão pessimista!”
Hora de refletir sobre os caminhos que temos tomado, sobre a história que estamos edificando!
Hora de mudar para uma vida colorida e não mais em branco e preto.
Hora de iniciar ou prosseguir edificando a grande obra que Deus tem pra nossas vidas!

       Carl Marx disse que a igreja é o ópio do povo. Outros dizem que é a muleta dos fracos.
      Não é verdade! O verdadeiro cristão, como Neemias, é corajoso e ousado. Busca sempre em Deus a orientação para construir uma admirável história.
         
Meus irmãos, caminhemos ligeiros ou vagarosamente, mas sempre com objetivos, pra frente, sintonizados e guiados pelo GPS, Gloriosa Palavra do Senhor, tornando-nos, como Davi, protagonista da nossa geração. 

Teremos êxito porque a boa mão de Deus estará conosco!
Sempre alegres e fortalecidos 
porque a alegria do Senhor é a nossa força! (Nee 8.10)
Que Deus nos abençoe!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

'É pique, tô salvo'



É PIQUE, TÔ SALVO!

            Quem não brincou de pique quanto criança? A gente corre, se esconde da pessoa que está “com a vez” e quando ela se afasta ou se descuida a gente bate no pique (local escolhido pelo grupo) e não pode mais ser pego. Quando batemos no pique dizemos: “É pique, tô salvo!” E o jogo recomeça, agora com quem foi pego, quem se descuidou.

            Vivemos, dia a dia, buscando piques, locais seguros, em que nos sentimos “salvos”. Seja quando procuramos alguém para compartilhar a vida conosco e nos casamos. Seja na escolha da profissão, na escolha dos locais que freqüentamos, que moramos e nas nossas decisões.
            Entretanto, a gente logo percebe que este tipo de segurança é efêmero. Certa vez ouvi o testemunho de um jovem casal que estava saindo de uma cidade próspera, litorânea e indo para um campo missionário, com seus filhos. Tratava-se de um local perigoso, com muitas doenças tropicais. Eram empresários bem sucedidos e estavam deixando tudo para seguirem o chamado missionário. Eles disseram: “O local mais seguro do mundo é dentro da vontade de Deus”. Nunca me esqueci destas palavras.

              O pastor Ricardo Gondim, no livro “Artesões de uma nova história” considera que existem três níveis de conversões:
Nível 1: Convertemos dos falsos deuses ao Deus verdadeiro.
Nível 2: Convertemos o nosso egoísmo para o senhorio de Jesus.
Nível 3: Convertemo-nos à causa de Cristo e Ele passa a ser a razão do nosso viver. 

          Eu entendo que estes 3 níveis são fundamentais e devem impregnar nossas vidas, em todo tempo.
          O nível 1 é a melhor decisão que alguém poderia tomar. Reconhecer o pecado, arrepender-se, ser purificado pelo sangue do Cordeiro, recebendo Jesus Cristo como Senhor e Salvador de sua vida. 
       O nível 3 é o da consagração aos propósitos de Deus no que se refere a anunciar, contar o que temos visto e ouvido. É atender ao 'Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura' de Jesus Cristo (Mc 16.15). É fazer missões na minha vizinhança, em minha cidade, no meu estado, por meio da internet (blogs, facebook) e aonde Deus mandar. Trata-se de um privilégio e uma experiência inigualáveis.

          Entretanto, o nível 2 refere-se a santificação. Trata-se do testemunho não de palavras, mas de atitudes. Disposição, dia após dia, de acertar o alvo, de ser lapidado por Deus. Muitas vezes, a didática de Deus leva-nos ao deserto.
         É a parte mais difícil, em que o eu deve diminuir para que Cristo cresça. 

         Meus amados, quando conseguimos resistir, desviar-nos do mal, sentimos um bem-estar tão grande no nosso interior, que é indescritível. Faz-me lembrar de Davi que desviou-se de Eliabe, seu irmão, que o provocava 'com vara curta' (1 Sm 17.28-30).
         Quero compartilhar que, neste momento, estou assim, em estado de graça. Pela misericórdia de Deus, respirei fundo, consegui me controlar, argumentei e alcancei vitória. Estou tão feliz comigo mesma. Já até me dei os parabéns hahaha... Como é gostoso resistir ao mal! Obrigada Senhor!

        Ah, que delícia imensurável ser dirigida por Deus!
       As fronteiras dos nossos sonhos deixam de ser medíocres (Josué 1.3-4), conseguimos renunciar ao eu, a consagrar toda a nossa história, tempo, seiva; tudo que temos e tudo que somos para cumprir a missão que Deus destinou a nós. 

    Que o nosso pique, o nosso foco, a nossa prioridade seja  estar na Presença de Pai Eterno, por meio de Jesus Cristo e obedecê-Lo de todo o nosso coração, em todo tempo. 

         Deus: nossa fortaleza, nosso castelo forte, o nosso socorro sempre presente. Deus que nos protege, preserva a nossa vida, desembaraça e firma nossos pés.
“Eis que os olhos do Senhor estão 
sobre os que o temem,
sobre os que esperam na Sua misericórdia, 
para livrar-lhes a alma da morte, e,
no tempo da fome, conservar-lhes a vida.
Nossa alma espera no Senhor, nosso auxílio e escudo” (Salmo 33.18-20)

          Com Deus podemos dizer: 
É pique, tô salvo pra sempre!”
ALELUIA!

'Peeling e Drenagem Linfática na Academia de Deus'

Kaizen, do japonês, significa mudança para melhor. 
A empresa Toyota tem utilizado este conceito em sua administração.

Nossa vida é dinâmica, está sempre mudando.
Entretanto, há quem se acomode a uma vida estagnada, medíocre, sem objetivos.
A Presença de Deus em nossas vidas, por sua vez, gera esperança, alvos, disposição de progredir seja no âmbito espiritual, relacionamentos, realizações.

Tenho meditado muito sobre a vida do Rei Ezequias. Que história mais linda: um jovem rei que teve coragem de ser diferente.
Ezequias reconheceu que a derrota do seu povo era resultado do pecado (2 Cr 29.6-9) e teve a coragem de romper com tudo aquilo que tinha herdado do seu pai Acaz e que desagradava a Deus.

Rei ousado, rompeu com as tradições, com as relíquias venenosas do passado que bloqueavam o florescimento espiritual, social e material do seu povo.
Um homem de fibra, que não temeu represálias, não recuou diante de zombarias, da oposição, das ameaças, mas avançou rumo a reformas.

Aprendi com este rei que não importa o nosso passado, a herança, a cultura que recebemos. O que importa é que não fiquemos à mercê, reféns deles.
Ezequias manda reformar o Templo cujos portões estavam fechados e a lamparina apagada.
Quantas pessoas hoje estão vivendo momentos de angústia, de desânimo...

E você? Como está a sua vida?
Os portões do seu coração se fecharam? A sua lâmpada apagou?
Volte para Deus! 
Freqüente, diariamente, a Academia de Deus!

Aonde fica a Academia de Deus?
Ela fica no silêncio do nosso quarto, num coração quebrantado, submisso, que busca a Presença de Deus Pai com sede, arrependimento.
Ali, na solidão, Deus se achega, nos chama pelo nome e nos proporciona um tratamento personalizado.
Um Pai de amor que, para viver conosco na eternidade, enviou Seu Único Filho para morrer na cruz!
Grandioso e incompreensível amor!

Ele declara: “... Ouvi a tua oração e vi as tuas lágrimas;
eis que eu te curarei...” (2 Rs 20.5)
Na Presença de Deus, somos tocados em nosso interior: coração, alma, emoções. Nossas feridas são tratadas e as nossas esperanças restauradas.

Deus faz um 'peeling', tira as células mortas, o ranço do nosso passado. Renova, regenera. Por meio do sangue de Jesus limpa, purifica o nosso coração de todo pecado.
Deus derrama sobre nossa cabeça o óleo fresco da cura, da unção, de novos sonhos, novos projetos. Muda nossos valores.
Ativa nossa circulação, renova. Trata nossas feridas, sara nossa alma.
Ouviu o Senhor a Ezequias e
sarou a alma do povo”  2 Cr 30.20

Deus faz uma drenagem em nossas emoções. Elimina o que é tóxico, tudo que atrapalha nossa paz, que prejudica nossa seiva, o que pode sufocar nossa lamparina.

Que possamos, como Ezequias, resolver hoje mesmo, sem adiar, entregar-nos sem reservas ao Todo Poderoso.
Que a nossa decisão seja firme de modo a prosseguir freqüentando esta preciosa Academia, sem titubear, sem adiar, zelando sempre para não perdermos a essência, a nunca fecharmos os portões de nossa alma para que a fonte de luz não se apague (2 Cr 29.6-7).
“Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz,
e a glória do Senhor nasce sobre ti” (Is 60.1).

E, prepare-se para ficar muito mais formoso! 
Um coração alegre embeleza o rosto (Pv 15.13)!
Prepare-se também para desfrutar dos sonhos extraordinários de Deus para sua vida:
“Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram,
nem jamais penetrou em coração humano
o que Deus tem preparado
para aqueles que O amam” (1 Co 2.9)

A Jesus Cristo, Autor e Consumador da minha fé,
A chama que traz alento ao meu viver,
A Ele toda honra e toda minha adoração!!!

domingo, 9 de setembro de 2012

'Caminhos estranhos, porém, sobremodo excelentes'


"Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, 
os meus caminhos, diz o SENHOR, 
porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, 
assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, 
mais altos do que os vossos pensamentos." (Isaías 55.8-9)

Deus, preparando Moisés para sua grande missão, manda que ele lance o seu cajado no chão. Ao fazê-lo, o cajado se transforma numa serpente. Moisés foge. Então, o Senhor ordena que ele pegue a serpente pela cauda e, quando ele o faz, na confiança em Deus, ela volta a se tornar cajado (Ex 4.1-5).
O Pr Eduardo M. Coelho, meditando sobre este texto considerou que, muitas vezes, como Moisés, avaliamos os recursos, os dons, os instrumentos que temos como problemas, perigo e, com medo, fugimos.

Podem ser responsabilidades, tarefas (de pais, cônjuge, profissionais), dinheiro, casa, cursos. As oportunidades, concedidas por Deus, para serem benção tornam-se motivos de pânico, aflição. Entretanto, devemos enfrentar o medo e pegar a serpente pelo rabo. 

Mas é uma serpente... que medo! Instrumento estranho, diferente do padrão que estabelecemos. Como enfrentar a serpente do desemprego, das perdas, das frustrações, dos desertos, da solidão? Pode ser uma mudança de cidade, quinadas em projetos de vida que achávamos que estava tão bom... mas desmoronou.

Mas pode ser a ferramenta preparada por Deus para que o Seu propósito se realize. Para nos lapidar, nos amadurecer, fazer de nós filhos melhores, mais preparados, mais capacitados.

Muitas vezes não nos conformamos, esperneamos. Queremos formatar, enquadrar os pensamentos de Deus, os Seus projetos à nossa insignificância. Mas, graças ao Eterno Pai, que nos impede de fazer isto, quando buscamos a Sua orientação. 

Se queremos um caminho sobremodo excelente, precisamos nos apegar a Deus e a Sua vontade e deletar todo pensamento, atitudes limitadas, e, tantas vezes, medíocres.

O Deus que nos chama, nos habilita, sustenta, caminha conosco, provendo cada uma de nossas necessidades. ALELUIA!

A nós cabe marchar, prosseguir, ir transpondo cada pedra no caminho! Às vezes mais rápido, outras vezes mais lentamente. Não no ritmo do companheiro de jornada, mas no nosso próprio compasso. Dia a dia, procurando melhorar, sob a batuta do Pai!


Se você está sendo desafiado para novos rumos, confirme com Deus este novo caminho, lembre-se do tanto que Deus já fez, do Seu cuidado.

Estas lembranças geram esperança, alimentam sua fé para enfrentar, transpor barreiras, pegar a serpente pelo rabo fazendo, dos recursos disponíveis, ingredientes para uma vida reconstruída, uma vida de excelência.
Que Deus nos abençoe e 
direcione sempre nosso caminhar!


(by Deborah)